sexta-feira, 29 de agosto de 2014

FEIRAS LIVRES COMPLETA 100 ANOS NA CIDADE DE SÃO PAULO


 Regularização das Feiras Livres completa 100 anos na cidade

São Paulo possui 880 feiras distribuídas por todas as 32 subprefeituras. Espaços têm público cativo que preza pela qualidade de frutas, legumes e verduras a preços acessíveis

De Secretaria Executiva de Comunicação

 A cidade de São Paulo comemora nesta segunda-feira (25) o centenário da regulamentação das feiras livres. Traço marcante da cultura popular paulistana, o comércio atravessou décadas mantendo sempre o mesmo formato, assim como a qualidade dos produtos comercializados.

Atualmente a cidade conta com 880 feiras, distribuídas pelas 32 subprefeituras de terça a domingo. São 12.073 feirantes cadastrados na cidade, donos de 16.300 barracas. Dificilmente eles se limitam a comercializar em um só ponto. Trabalham em diferentes feiras, três, quatro, cinco e até seis vezes por semana.

Prática comercial existente desde a antiguidade, as feiras livres somente tiveram sua atividade regulamentada na capital no início do século passado. Em 1914, o então prefeito Washington Luis assinou o Ato 710, que criava os mercados francos.

Polo de abastecimento, o centro da cidade concentrou as primeiras formações do comércio: considera-se que a primeira feira oficial implantada na cidade foi a do Largo General Osório, na época com 26 feirantes. A segunda feira formalizada instalou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes. Até o ano seguinte outras cinco feiras se consolidaram – mais uma em cada um desses pontos e outras três no Largo Morais de Barros, no Largo São Paulo e na Rua São Domingos.

Fonte : Portal da Prefeitura

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

ANIVERSÁRIO DE 434 ANOS DA FREGUESIA DO Ó


A IMPORTÂNCIA DA LEITURA INFANTIL PARA A CRIANÇA

Hora da história nos MGI C/D

Caixa volante de livros do CEI 

A importância da leitura infantil para a criança

Vários são os benefícios que a leitura traz às crianças.  E é por isso, que ela deve ser incentivada desde a infância. É importante incentivar a formação do hábito de leitura na idade em que todos os hábitos se formam.

A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa.
Quanto mais cedo a criança tiver contato com os livros e perceber o prazer que a leitura produz, maior será a probabilidade dela tornar-se um adulto leitor.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

CONDUTAS EM CASO DE DIARREIA

 

BII - DA FRALDA PARA O VASO SANITÁRIO


A criança está na fase de passar da fralda ao vaso sanitário.
 
 A criança pode ser estimulada a deixar as fraldas a partir dos dois anos de idade, porque já tem condição de segurar a vontade e controlar os músculos e nervos do ânus e da uretra. No entanto, vale respeitar o ritmo de cada um, que varia de criança para criança.

 A melhor fase do ano para fazer essa mudança é no verão, porque as crianças usam menos roupas e há uma diminuição natural do xixi, já que transpiram mais.

 Fraldas noturnas só devem ser retiradas depois que a criança já consegue segurar a vontade e fazer tudo no penico ou vaso sanitário durante o dia. Também vale observar se a criança acorda com a fralda seca a maioria das vezes. Quando isso se repetir por noites seguidas, então também é hora de “arriscar”. Mas, se depois da retirada, a criança começar a fazer xixi à noite novamente, vale voltar atrás e dar tempo ao tempo. Uma dica: nada de oferecer líquidos à criança poucas horas antes de dormir.

4. O que os pais adotarem em casa precisa ser feito na escola, com a concordância de ambas as partes. No CEI  a retirada da fralda pode ser mais fácil porque uma criança se espelha em outra, que já está adiantada nesse processo, querendo igualar-se a ela.

Não se deve recriminar ou demonstrar frustração quando o xixi ou cocô escapar. A criança precisa ser estimulada a acertar na próxima vez. Quando isso acontecer, comemorações e elogios são muito bem-vindos!

 

MORDIDAS

Morder é uma forma de expressão, uma fase passageira


Mais do que uma reação de raiva, as mordidas dadas pelas crianças pequenas, com até 2 ou 3 anos de idade, são uma forma de comunicação e de expressão de sentimentos. Nessa primeira etapa da vida, a criança ainda não domina a linguagem. Então, a forma que ela tem para se comunicar e interagir com os outros é pelos meios físicos, como morder, bater ou puxar o cabelo. 

O fato de as mordidas fazerem parte de uma fase do desenvolvimento das crianças não significa que elas devem ser ignoradas ou aceitas.

Por que as crianças mordem


Enquanto ainda não sabem falar com desenvoltura, as crianças utilizam outros meios para se expressar e para se comunicar. A mordida é uma delas. As crianças pequenas ainda não verbalizam com fluência e a linguagem do corpo acaba sendo mais eficaz. Nessa fase em que ainda não têm o domínio da fala, as manifestações corporais são usadas para demonstrar descontentamento, alegria, descobertas.
O que a criança deseja ao morder um amiguinho não é agredi-lo, mas sim obter de forma rápida algum objeto ou chamar atenção. As mordidas são usadas em situações diversas e a criança vai avaliando quais os efeitos que as mordidas têm.
Quando a criança quer alguma coisa e o objeto desejado está na mão de outro, ela entra em disputa. Como tem urgência em resolver a questão, reage com a parte do corpo que tem mais coordenação, que é a boca, região que usa intensamente desde o nascimento. Com o tempo, a criança aprende outras formas de comunicação e deixa as mordidas de lado.

Fase oral


A fase oral, descrita por Freud, é uma etapa do desenvolvimento que vai do nascimento até por volta de dois anos onde as necessidades, percepções e modo de expressão da criança estão concentradas na boca. Nessa fase é comum vermos crianças dando mordidas ao primeiro sinal de estresse. Este é um dos mais importantes e mais primitivo estágio do desenvolvimento infantil, quando a criança ainda é egocêntrica e acredita que o mundo funciona e existe por sua causa. Dessa forma, tudo o que deseja deve ser prontamente atendido e, quando isso não acontece ela morde!

Como as crianças aprendem a morder


As crianças não nascem sabendo dar mordidas, assim como não nascem sabendo dar tapas ou puxar o cabelo. Quem ensina as crianças a morder, beliscar ou a bater são os próprios adultos e as crianças mais velhas. Essas ações se aprendem na relação com outras crianças, com os adultos. Os adultos têm esse tipo de brincadeira, dizendo “vou morder você, vou apertar sua bochechinha”. As “mordidinhas de brincadeira” são muito comuns e, nesses casos, devem ser evitadas. A criança assiste a essas formas de comunicação e a partir daí vai usando esses meios para se comunicar também.

O que fazer quando a criança morde


Quando a criança morde outra pessoa, é importante a mediação de um adulto, para fazer com que ela reflita sobre o que fez e para que entenda que há outras maneiras de conseguir o que deseja. O adulto deve mostrar à criança que há outros meios de expressar-se ou de conseguir o que se quer. Pode-se dizer, por exemplo: ‘se você não gostou do que ele fez, vamos dizer isso a ele’, ou ‘você quer o brinquedo? Então vamos pedir o brinquedo!’
É importante conter esse comportamento sempre, impedindo que ele morda, pontuando para a criança que isso machuca.  e falar que ‘não pode’ calmamente, mas com firmeza.
O adulto deve mostrar à criança que a linguagem é a forma certa de se obter as coisas. O papel do adulto é transformar a atitude corporal em uma atitude mediada pela linguagem. Esse é um grande objetivo da educação, tanto na escola quanto em casa. Quando esse ensinamento não é dado logo cedo, as crianças crescem e mantém as atitudes corporais para conseguir o que querem. É o que se vê quando crianças mais velhas se atiram no chão e fazem escândalo quando são contrariadas.

O que fazer se seu filho for mordido por outra criança

A mordida é sempre uma situação difícil para os pais de ambas as crianças. Os pais da criança mordedora sentem-se envergonhados e os pais da criança mordida ficam chateados pelo machucado do filho. Devemos mediar as relações entre as crianças e seus familiares para minimizar os sentimentos negativos e criar situações para estabelecer limites, mostrando a importância do respeito e do tratar bem o amigo que ficou triste por ter sido machucado.
A criança mordida deve ser acolhida e incentivada a expressar seu descontentamento, porém nunca deve ser incentivada a revidar, ou seja, a morder também.

Pode ser um sinal de que a criança está com problemas 


Apesar de, na maioria das vezes, a mordida fazer parte do desenvolvimento natural da criança, em alguns casos isolados este comportamento pode sinalizar um problema de ordem emocional. Toda criança pode se alterar momentaneamente, por exemplo, numa brincadeira. Mas mordidas demais sinalizam agressividade sem controle. Se estas mordidas passam a ser frequentes, a criança pode estar insatisfeita, ansiosa ou tentar chamar a atenção através da agressividade. Quando isso acontece, é preciso acompanhar de perto e com atenção para descobrir as possíveis causas e dependendo do caso, é importante buscar a ajuda profissional.

http://www.fonoterapia.com.br/como-lidar-com-a-fase-das-mordidas/

MGI A/B PINTANDO O FANTOCHE DA CUCA